7 Comentários

  1. Adriano Washington Ribeiro

    Eu acredito que está relacionado com a falta de conhecimento e preparo para administrar um negócio, para você ter sucesso são vários fatores que influência,mas, o mais importante e ter muito conhecimento no produto ou serviço que esta vendendo dos processos que vai ter para produzir e distribuir, saber e entender um fluxo de caixa, saber de margem de contribuição o que vai te dar uma noção de preço de compra e preço de venda, e o principal o ponto de equilíbrio que vai lhe mostrar a partir de quantos produtos vendidos que você passa a ter lucro. E também eu não gosto da ideia de investidor anjo, acho que depois de um tempo ele passa a quer mandar mais do que o dono do negócio e a startups perdi a suma identidade.

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    1. Gi

      Nascer B2C, mal comparando, seria como nascer em um daqueles paįses em que há alta mortalidade até 2 anos. Mas passada a prova de fogo inicial da B2C, percebo que nos anos seguintes, tanto B2B quanto B2C, convergem para uma perspectiva ruim. O texto aponta como causas os “conflitos entre os sócios e o desalinhamento entre a proposta de valor e o interesse do mercado”, e acredito que o comentário do Adriano complementa perfeitamente o panorama. Com base no que o Adriano elencou, seria interessante saber se a pesquisa buscou relacionar esses dados com o perfil educacional dos envolvidos na pesquisa; saber se estes buscaram capacitação em algum ente de fomento à Educação Empresarial, como o Sebrae e a Endeavor; e ainda se os empreendedores possuíam (ou receberam treinamento) noções de educação financeira.

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      1. Gi

        Sempre que leio sobre “Startups zumbis”(só essa semana já li pelo menos uns três artigos sobre o tema e, agora, essa pesquisa), pergunto-me: e SE a perspectiva de algumas Startups fosse exatamente isso…tão somente startar uma ideia, fazê-la crescer e ganhar corpo, para logo em seguida ser absorvida por uma empresa sólida no mercado, quer seja agregando como funcionalidade, ou como solução para um setor/problema etc. Dessa forma, haveria a formação de uma cadeia de transferência de capital intelectual, com renovação para as empresas que, muitas vezes por serem tradicionais ou por terem um volume de negócios muito grande não se arriscariam a testar algo muito diferente inloco. Seria bom para o ecossistema empresarial, porque permitiria oxigenação. Talvez, como empresa, algumas Startups não tenham uma expectativa de vida a longo prazo, pela dificuldade dos jovens empreendedores em “acumular esse knowhow empresarial”, mas se incorporadas a outro negócio, a ideia se “eternizaria”, mesmo com o fim do empreendimento.
        Bem, isso são hipóteses…apenas.

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  2. A cultura do “curto prazo” com certeza prejudica e nem sempre o “longo prazo” é uma opção pois temos muitos encargos batendo a porta e a necessidade de gerar capital rapidamente.
    Se tivermos um governo envolvido com o empreendedorismo com aperfeiçoamento regimes como o MEI ou criação de uma novo regime para estas empresas, teríamos uma queda neste número de startups fechadas.

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